margem de 5% inss

Simule seu empréstimo com a nova margem INSS

Simule seu empréstimo no consignado do INSS com nova margem para empréstimo

Aumento da margem de 5% é aprovado no Senado

Na última quarta-feira, 10/03, o Senado aprovou a Medida Provisória do aumento da margem de empréstimo consignado para aposentados e pensionistas do INSS de 35% para 40%.

Agora, o aumento da margem de 5% terá validade até 31 de dezembro de 2021. O percentual vai beneficiar, além dos aposentados e pensionistas do INSS, também os servidores públicos federais e trabalhadores do regime CLT.

Ainda de acordo com o texto aprovado, quando não houver lei específica definindo um percentual maior, os mesmos 40% valerá para servidores e empregados públicos, militares das Forças Armadas, ativos e inativos, e policiais e bombeiros militares.

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Margem aprovada segue para sanção

O Senado manteve o texto da medida provisória aprovada na Câmara de Deputados que aumenta em 5% a margem do empréstimo consignado.

Mantendo os 5% reservados para saques e pagamento do cartão de crédito consignado e os outros 35% para empréstimos e demais consignações.

Confira na tabela abaixo a simulação de como ficará a margem aprovada para algumas faixas de benefício do INSS.

Margem 5% emprestimo

 

O aumento da margem consignável foi defendido pelo Congresso Nacional como forma de ajudar nas finanças familiares e reduzir o endividamento dos aposentados e pensionistas.

A possibilidade de contratar um consignado, que possui uma taxa de juros menor, possibilita a esses beneficiários fugir dos juros exorbitantes praticados pelas chamadas “linhas de crédito pessoal”.

Veja mais detalhes sobre a tramitação da Medida Provisória 1006/2020.

 

Por que contratar com a margem de 5%?

Apesar do comprometimento de 40% da renda parecer excessivo, para os aposentados e pensionistas é fugir do superendividamento.

Já que muitas vezes as pessoas que contratam empréstimo consignado são provedoras da família e precisam manter as necessidades básicas.

Tomar empréstimos usando a linha do crédito consignado contribui para diminuir o endividamento dessas famílias devido à sua taxa de juros reduzida.

Aumentar a margem consignável dá possibilidade de fugir de juros abusivos de outras linhas de crédito e até mesmo agiotas.

O empréstimo consignado dá a opção de contratar em mais parcelas e com a taxa de juros menores, assim o aposentado ou pensionista pode pegar mais dinheiro.

Como fica a margem consignável após 2021?

Assim como aconteceu em 2020, após o fim da validade da Medida Provisória, as dívidas de consignado voltarão aos formatos anteriores.

Ou seja, a partir de janeiro de 2022 as contratações feitas durante o aumento temporário de margem permanecem.

Já as novas contratações ficam bloqueadas até que seja liberado o valor de 35% de margem novamente.

É importante observar também que os empréstimos consignados devem ser averbados até o dia 31 de dezembro de 2021.

Mesmo que sejam contratados até essa data, se não forem averbados eles poderão ser reprovados por falta de margem.

Contrate com a nova margem de 5%

A nova margem já esta liberada e você já pode contratar seu empréstimo com a Digicred.

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Fonte: Meutudo

 

 

portabilidade de crédito

Portabilidade de Crédito

O que é a Portabilidade de Crédito

O que é e como funciona a Portabilidade de Crédito? Já pensou como seria bom pagar taxas de juros menores que as atuais naquele contrato de financiamento ou empréstimo?

Com a facilidade da portabilidade de crédito isso é possível. Mas afinal o que é portabilidade de crédito?

Portabilidade de Crédito é a possibilidade de transferência de operações de crédito (empréstimos e financiamentos) e de arrendamento mercantil de um banco para o outro. Uma operação muito vantajosa, mas ainda pouco utilizada.

A portabilidade de crédito pode ser realizada por qualquer cliente, pessoa física ou jurídica, mediante o cancelamento do contrato e quitação antecipada da dívida no banco original. As atuais regras da portabilidade de crédito foram definidas pelo Conselho Monetário Nacional (CMN) em 2013. Quando foi criada, a ideia do Governo era estimular a concorrência entre os bancos e diminuir os juros.

Assim, o consumidor poderia transitar entre os bancos que lhe oferecessem maiores vantagens. Mas como funciona essa operação? Muitos consumidores ainda não sabem como funciona a portabilidade de crédito. Na prática, a portabilidade permite transferir as dívidas de um banco para o outro, que cobra juros mais baixos, ocasionando uma redução em sua parcela. Entre os principais motivos que levam um cliente a trocar de banco estão:

– Condições financeiras mais atrativas (em especial taxa de juros mais baixas);

– A qualidade na prestação do serviço (atendimento).

– A portabilidade do empréstimo funciona dessa forma: Banco A (que forneceu o crédito) Mediante a confirmação do cliente, é solicitado ao banco A o valor do saldo devedor para quitação antecipada da dívida. Esse cálculo traz a dívida ao valor presente (e exclui os juros não pagos). O banco então liberado as informações. Banco B (para o qual será migrado) Transfere o valor do contrato (via TED) para o banco A e assume o novo crédito.

O banco B, fica então responsável por emitir novo contrato do empréstimo ou financiamento. No novo empréstimo somente a taxa de juros pode ser alterada. Os prazos para pagamento e o valor da operação original serão mantidos. Assim, o consumidor pagará o restante da dívida, com uma nova taxa de juros no Banco B. E quais dívidas podem ser transferidas? A portabilidade é permitida em linhas de crédito para pessoa física como: cartão de crédito, cheque especial, financiamento de veículo, crédito imobiliário, crédito pessoal e crédito consignado.

taxa de juros

Como funciona as Taxas de Juros

Entenda como funciona as Taxas de Juros

Taxa de juros devem ser compreendidas por todos. Afinal, juro é o valor pago para usar um dinheiro que não é seu, como um “aluguel”. Se você pega uma quantia emprestada, deve devolver o mesmo valor e, também, uma quantia extra, como pagamento pelo uso do dinheiro. Estes são os juros.

1 – O que são juros

Basicamente, os juros podem ser: mensais, anuais ou até mesmo diário. A taxa de juros é aplicada em, por exemplo, empréstimos, dívidas de crédito e financiamentos que deixaram de ser pagos, ou seja, você pagará a mais por não ter cumprido com prazos.

Você deve estar pensando: juros são péssimos. Não é bem assim. A taxa de juros pode ser encarada como um benefício em algumas situações, como por exemplo, os investimentos. São os juros os responsáveis por transformar R$100 reais em R$110 reais.

Pois é, nem tudo é tão ruim quanto pode parecer. O que falta é um entendimento sobre o assunto e, assim, a mudança de pensamento que fará você enxergar a taxa de juros de outra forma.

2 – Como calcular a taxa de juros

Já falamos aqui no nosso blog sobre juros abusivos. Mas, como os juros são definidos? Veja bem, falamos acima sobre um ponto positivo dos juros. Porém, o que é felicidade de uns, é tristeza para outros. Isso porque nem sempre os juros são bons. Vamos entender melhor como eles são calculados.

Juros simples
Em um empréstimo, por exemplo, vamos supor que o cliente solicitou R$2.000 e a taxa oferecida foi de 8% ao mês. Para saber quanto ficará o juros aplicado a cada parcela desse exemplo, calcule:

Valor Total do Empréstimo x Porcentagem da Taxa = 160.

Ou seja, seriam adicionados R$160 reais de juros a cada parcela. Para saber o quanto será o montante total de juros no fim do contrato, faça os cálculos: 160 x Total de Meses do Empréstimo = Valor Total da Taxa.

Vamos supor que o empréstimo acima seja pago em 5 meses, ficaria assim: R$160 x 5 = R$800. Seriam pagos só de juros R$800 reais nesse empréstimo fictício citado.

Juros compostos
Os juros compostos são um pouco mais complicados de entender. Nele, a taxa cobrada a partir do valor inicial (o valor total de um investimento, por exemplo) mais o valor dos juros cobrados no mês anterior. Na prática, seguindo o exemplo anterior, ficaria assim: vamos supor que você fez uma aplicação financeira no valor de R$1.000, com duração de 2 anos, e com uma taxa de retorno anual de 10% ao ano. Nesse exemplo você teria o seguinte fluxo de rendimentos:

– Ano 0: R$1.000
– Ano 1: R$1.000 + R$100 (10% de R$1.000)
– Ano 2: R$1.100 + R$110 (10% de R$1.100)
– Total ao final de 2 anos: R$ 1.210

Parece complexo para você? Fique à vontade para usar a Calculadora do Cidadão, do Banco Central. Ela faz todos os cálculos de juros para você. Clique aqui.

Agora que entendemos sobre como a taxa de juros é aplicada, vamos conhecer aonde os juros mais caros estão sendo aplicados.

3 – Aonde estão os juros mais caros?

Vamos falar sobre as taxas mais altas e que devem ter atenção redobrada.

Juros de mora
Sabe aquela conta que atrasou? Então, os juros de mora são uma taxa cobrada em cima de um valor em atraso. Ou seja, se um boleto atrasar, a cobrança em cima do atraso ainda terá um valor a ser adicionado. Caso você não faça um planejamento financeiro adequado ou uma renegociação efetiva, esse problema facilmente virará uma bola de neve na sua vida financeira.

Cheque Especial
Como todo mundo pode entrar no cheque especial? Funciona assim: o banco analisa sua vida financeira e oferece, automaticamente, um risco limite para que você use certa quantia, mesmo que você não possua esse valor em conta. Os juros aqui são extremamente altos justamente pelo motivo do banco não ter garantia nenhuma de que ele receberá esse dinheiro de volta.

Crédito de Crédito
Receber suas faturas mensais é um momento tenso e que merece toda atenção no seu planejamento financeiro. Se tratando de cartão de crédito, em um cenário regular, você recebe a fatura e paga no prazo, fim de papo. Agora, em um cenário irregular, ou você não pagará a fatura ou pagará o mínimo. Em ambas situações, seja entrando no crédito rotativo ou pagando o mínimo, você irá se deparar com as taxas de juros. Essas taxas costumam ser muito altas e devem ser evitadas. Adicionalmente é importante ficar atento à nova norma do banco central onde só será possível realizar o pagamento parcial da fatura do cartão de crédito 1 vez, sendo que a partir da segunda a instituição financeira já é obrigada a fazer um empréstimo referente ao valor residual.

Importante: vale ressaltar que uma nova regra dos cartões de crédito chama a atenção. A regra funciona da seguinte maneira: caso o cliente não pague o total da fatura durante 2 meses seguidos, automaticamente ele entra em uma linha de crédito do banco. Ou seja, a dívida total é automaticamente parcelada, com taxa de juros definidas pela Instituição.

Nesse caso, verificamos a importância de ter controle sobre a vida financeira e sempre estar atento aos seus saldos e aos movimentos que os bancos fazem. Essa nova regra não dá oportunidade do cliente escolher se ele quer ter esse crédito parcelado no seu próprio banco ou, procurar um empréstimo pessoal mais barato para que ele possa quitar as dívidas geradas.

4 – Como fugir de juros abusivos

Por fim, compreender mais sobre o assunto de taxa de juros é muito valioso para que nossa atenção redobre. Isso porque, infelizmente, existem muitas cobranças abusivas de taxa de juros em todo o país.

Não há uma fórmula matemática que defina se o valor cobrado está sendo abusivo. Tudo que podemos fazer é avaliar a média do mercado e comparar com o que ofereceram à você. Além disso, você deve consultar também a taxa média de juros. Esta é a média das taxas aplicadas em todas as instituições financeiras do mercado. O cálculo e a divulgação da taxa são realizados e publicados pelo Banco Central. E todos estes valores devem ser consultados à época da assinatura do contrato.

No site do Banco Central você pode consultar as taxas praticadas de acordo com a operação a ser realizada. São descritas as taxas cobradas em cada modalidade, por todas as instituições financeiras que a oferecem.

taxa de juros no empestimo


5 – Juros em empréstimos pessoal

É muito comum que na hora do aperto financeiro as pessoas comecem a pesquisar alternativas, como o empréstimo. Mas, o que a maioria das pessoas procura saber é “quanto vai me custar esse empréstimo?” Afinal, nunca será o valor exato que você solicitou, visto que você terá uma taxa de juros aplicada para essa movimentação.

É muito importante entender os principais custos que serão adicionados ao empréstimo pessoal.

SELIC
Essa não é uma taxa cobrada em cima do empréstimo em si, porém, ela é um referencial importante. Afinal, o valor SELIC determina o fato do seu empréstimo poder ser mais barato, ou não. Quem decide o valor da taxa SELIC é o Copom, o Comitê de Política Monetária do Banco Central. A cada 45 dias essa reunião define o impacto que esse valor terá na vida financeira dos brasileiros. #DICA Aprenda a calcular a taxa SELIC aqui!

IOF
A taxa do IOF – Imposto sobre Operações Financeiras – é uma taxa de juros cobrado em todo o mercado de compra e venda de moeda estrangeira, seguros, empréstimos, financiamentos e, em alguns casos, investimentos.

Taxa de serviço
No nosso caso, em específico, é cobrada uma taxa de serviço pelo uso da nossa plataforma e dos recursos oferecidos ao cliente. Aqui na Geru, essa taxa corresponde a uma porcentagem do valor total do empréstimo.

CET
Já o CET – Custo Efetivo Total – é a soma dos juros, encargos, impostos, taxas e seguros envolvidas em uma solicitação de empréstimo. Ele é calculado em percentual e é uma ferramenta de comparação melhor que a taxa de juros sozinha, afinal, ele aponta o custo total da taxa de juros.


E, para finalizar o assunto, deixamos claro que nossos contratos são transparentes, sem letrinhas miúdas para te confundir. Nossa missão é oferecer empréstimos pessoais de forma simplificada, rápida sem burocracias e, principalmente, acessível. Se interessou? Faça uma simulação de empréstimo em nosso site.